Quer sensação mais desagradável do que se sentir molhado, pior!, sentado no molhado, encostado no molhado, quando, na verdade, até há pouco, você estava bem sequinho?!?!?! Pois é. Foi bem assim que me senti ontem, entre as estações de Saenz Peña e Flamengo, e não preciso nem dizer em que tipo de transporte público eu estava, não é verdade?

Concordo que a intenção era nos oferecer mais conforto com assentos acolchoados e, ainda por cima, de um estampado que se pretende felpudo e bonito, mas a segunda geração de assentos do metrô carioca não permite ver se estão molhados ou não. Seria água do mar, eliminada por alguém que voltava da praia (urgh!)? Ou seria o vestígio de alguém que suou muito porque a climatização dos carros já faz parte do passado (duplo urgh!!)? É duro viajar o tempo inteiro com vontade de levantar.

Pelo menos, nesse caso, a dificuldade de avaliação visual não tem a mesma origem pecuniária daqueles invólucros que envolvem todo o vagão e não permitem vislumbrar se aquele carro em que você está pretendendo entrar está botando gente pelo ladrão ou apenas totalmente lotado!!!