Dinheiros. Dinheiros. Ainda precisamos dele né? Como diria um amigo redator: "Por que vocês se preocupam tanto com dinheiro hein? Dinheiro é papel moeda." Essencialmente NADA na nossa vida é de graça, a não ser o amor (por Antônio Paulo). Enfim. Tô divagando aqui e não chego onde quero chegar. Esse parágrafo é introdutório, portanto, a gente sempre tem que dar uma embromada falar um pouco à respeito do que será discutido abaixo. Anyway.
Era uma sexta pela manhã. Meio dia maisómenos. Saí do trabalho e precisei tirar dinheiro num cash automático para passar o dia com ele, já que eu iria resolver umas coisas. Não fui no cash do próprio banco, e sim naqueles do Banco24Horas (que tem uma rede de bancos interligadas a ele) mesmo sabendo que uma taxa de R$ 2,00 seria cobrada pelo saque. O que a comodidade de ter um caixa a poucos metros do seu trabalho não faz, né? (ah, prontofalei! também é utilidade pública. Você sabia que os R$2 eram cobrados?)
Chegando lá encontrei um operário, daqueles peões de obra. O estereótipo era de um operário nato: a roupa, a forma de falar e a forma de agir com o caixa eletrônico (desfarça). Quando eu ...