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	<title>Prontofalei - Marketing, Ações Promocionais, Direção de Arte e Publicidade. &#187; Mercado</title>
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	<description>O Prontofalei é um blog que discute tudo isso. Com o objetivo de se tornar referência no Nordeste, o Prontofalei tem buscado primeiramente excelência editorial. O blog faz parte da Rede Influxo.org de blogs, onde todos tem o mesmo objetivo: trazer o melhor conteúdo para o leitor.</description>
	<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 13:13:26 +0000</pubDate>
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		<title>Vale a pena entrar no mercado de trabalho cedo? - Primeira Entrevista</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 18:38:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galileu</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

		<category><![CDATA[Featured]]></category>

		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<category><![CDATA[jovem]]></category>

		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[
Há muito tempo venho querendo escrever sobre as vantagens e desvantagens de entrar no mercado de trabalho cedo, porém eu não queria falar de mim. Graças ao twitter, MSN e outros meios, consegui um excelente material para escrever o post, que no final das contas acabou sendo dividido em duas partes, com dois entrevistados diferentes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-255" title="entrevista" src="http://influxo.org/prontofalei/wp-content/uploads/2008/09/entrevista.jpg" alt="" width="457" height="109" /></p>
<p>Há muito tempo venho querendo escrever sobre as vantagens e desvantagens de entrar no mercado de trabalho cedo, porém eu não queria falar de mim. Graças ao <a href="http://www.twitter.com/galilas" target="_blank">twitter</a>, MSN e outros meios, consegui um excelente material para escrever o post, que no final das contas acabou sendo dividido em duas partes, com dois entrevistados diferentes, devido a quantidade de informações importantes que recebi. O primeiro entrevistado foi o <a href="http://www.twitter.com/gilsonpessoa" target="_blank">Gilson Pessoa</a>. Abaixo temos uma mini-bio dele:</p>
<p><span style="color: #ffffff;">&#8230;.</span></p>
<blockquote><p><em>Gilson Pessoa tem 25 anos e é planejamento na <a href="http://www.promonove.com.br" target="_blank">Promonove</a>, agência promocional de Recife/PE. Acumula 8 anos de experiência no mercado de comunicação, exercendo atividades em design, webdesign e novas mídias. Trabalhou para marcas como Sebrae, Brilux, Dupé, Samsung, Hipercard e AACD no campo de publicidade e promoção. Já conquistou prêmios regionais, nacionais e até menção honrosa em uma premiação internacional. Considera-se sedento por conhecimento, apaixonado pela sua profissão e não dispensa uma pelada com os amigos toda segunda-feira.</em></p>
<p><span style="color: #ffffff;">&#8230;</span></p></blockquote>
<h3>Com quantos anos você entrou no mercado de trabalho e em qual área? Era relacionada à sua faculdade? Relate um pouco da sua experiência inicial: como foi o aprendizado, como você era tratado como estagiário?</h3>
<p>Minha primeira experiência foi com 17 anos, em uma pequena empresa de sinalização. Mas ocupei o cargo de estagiário de arte por apenas um mês. A empresa era realmente muito pequena e viram que não havia necessidade de ter um estagiário, por isso me arrumaram um lugar no escritório de design. Lá eu auxiliava as designers (só tinha mulher no front) e também dava uma força para o pessoal da produção. Na época eu fazia escola técnica em Artes Gráficas. <em><strong>Meus primeiros conhecimentos práticos foram obtidos ali, naquele estágio. As chefes assumiram o papel de professoras, sempre paciente e solícitas.</strong></em></p>
<p><span style="color: #ffffff;">&#8230;.</span></p>
<p>Esta não foi minha única experiência como estagiário. Larguei este emprego no escritório de design e fui estagiar em uma empresa de comunicação digital por estar cursando outro curso na área de tecnologia, agora como webdesigner. Ainda no início do curso de Publicidade, consegui estágio em uma agência de propaganda e depois de alguns meses fui contratado. Nessas duas outras empresas também fui sortudo por ter bons gestores, que me ensinaram bastante coisa e me deram oportunidade de crescer. <em><strong>Enquanto estive como estagiário, sempre fui tratado como profissional.</strong></em> Isso era ótimo para meu ego e certamente me estimulou bastante, contribuindo para meu bom desempenho.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">&#8230;.</span></p>
<h3>A sua entrada no estágio/emprego chegou a atrapalhar o seu rendimento na faculdade? Quantas horas você trabalhava? Como você fazia para estudar?</h3>
<p>A relação entre estágio e curso nos dois primeiros foi tranqüila. Sempre foram entre 6 e 8 horas diárias. A demanda de trabalho, em certos períodos, não era tão grande, o que me deixava utilizar esse &#8220;tempo livre&#8221; para atividades acadêmicas. Mas quando entrei em agência de publicidade, as coisas mudaram um pouco. Trabalhar em uma agência sempre foi meu sonho. O acordo era que eu deveria ficar na agência apenas 4h por dia, mas eu sempre excedia o tempo, até que me expulsavam <img src='http://influxo.org/prontofalei/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span style="color: #ffffff;">&#8230;.</span></p>
<p><em><strong>Depois de 6 meses fui contratado e a cobrança aumentou. Com isso deixei a faculdade de lado e cheguei a passar mais de 10h diárias no trabalho. Faltei a muitas aulas e com isso perdi um semestre. Tranquei o semestre seguinte e acabei perdendo um ano de faculdade.</strong></em> Voltei para a faculdade e sei que muito do que estou estudando lá, já vivenciei na prática. Ou seja, me ajudou bastante.<br />
<span style="color: #ffffff;">&#8230;.</span></p>
<h3>Quais foram os pontos positivos e negativos de entrar no mercado cedo?</h3>
<p>Sempre tomei os estágios e empregos como um fator decisivo para complementação dos meus conhecimentos. Por mais que alguns professores se esforcem, nada substitui o conhecimento e a vivência prática. Tenho isso como maior ponto positivo. Porém, o ponto negativo é inevitavelmente a falta tempo para desenvolver as atividades acadêmicas com mais comprometimento.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="size-full wp-image-253 aligncenter" title="imagem1" src="http://influxo.org/prontofalei/wp-content/uploads/2008/09/imagem1.jpg" alt="" width="500" height="20" /><span style="color: #ffffff;">.</span><br />
Ao ler toda entrevista fiz questão de deixar em negrito algumas partes que também foram pontos positivos e negativos. Como o Gilson falou, por mais que os professores estejam preparando os alunos para o mercado de trabalho, o mercado não é um cópia do que é retratado na faculdade. Existem muitas diferenças que você só irá saber quando vivenciar, e isso acaba fazendo com que você tenha facilidade no aprendizado da matéria, por já estar inserido naquele contexto que está sendo discutido.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #ffffff;">&#8230;</span></p>
<p style="text-align: left;">Lógico que devemos pensar muito bem antes de renunciar certas coisas em função do trabalho. Lembre-se que apesar da experiência contar muito para o estudante, a formação superior é um ítem básico/essencial para o profissional, e adiar esta formação, pode não ser uma boa idéia.</p>
<p>__________</p>
<p>Não vá esquecer de comentar esse post.</p></p>
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		<title>O mercado publicitário em Aracaju - Parte III e final(?)</title>
		<link>http://influxo.org/prontofalei/2008/o-mercado-publicitario-em-aracaju-parte-iii-e-final/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 23:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galileu</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<category><![CDATA[Aracaju]]></category>

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		<category><![CDATA[motivação]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegamos a parte III da série de posts sobre o mercado publicitário em Aracaju. Não tenho tanta certeza se esse post vai ser o final, finalzão mesmo, mas vamos deixar como está e pensarmos que esse é o último. HAHHAHAHA.
Confesso que demorei bastante para escrever esse post, pois eu pensava que todo os pontos dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegamos a parte III <a href="http://influxo.org/prontofalei/cat/publicidade/mercado/">da série de posts</a> sobre o mercado publicitário em Aracaju. Não tenho tanta certeza se esse post vai ser o final, finalzão mesmo, mas vamos deixar como está e pensarmos que esse é o último. HAHHAHAHA.</p>
<p>Confesso que demorei bastante para escrever esse post, pois eu pensava que todo os pontos dos quais eu conhecia sobre o mercado já haviam sido discutidos por aqui, mas me enganei. Ainda existem N pontos para se falar, mas vamos nos apegar somente a alguns.</p>
<p>Gostaria de discutir um pouco com vocês sobre <strong>estágios.</strong> Todos os universitários do mundo já ouviram essa palavra, isso é FATO. Você sabe né? Fase da adolescência passando, vida social começando, querer badalar e afins. Mas tudo isso custa dinheiro e ficar pedindo a papai R$ 20 reais toda vez que quer sair não é NADA legal, portanto vamos recorrer aos bons e velhos estágios.</p>
<p>Quando se fala em estágio, só lembramos de trabalho escravo (famosos <em>escragiários</em>). Por que isso? Sempre me perguntei por que estagiário era taxado dessa forma e só consegui descobrir a resposta depois que fui um. Ví o anúncio de uma vaga para estagiários de Publicidade na área de Marketing e fui atrás. Levei meu CV, fui convocado para uma entrevista e dias depois fui chamado. Comecei a trabalhar e a conhecer o ambiente de trabalho corporativo.</p>
<p>Durante o tempo que passei lá, algumas vezes ouvi comparações entre eu e o antigo estagiário.  O antigo estagiário, pelo visto, não se esforçava muito. Até &#8220;entendo&#8221; o por quê desse &#8220;relaxo&#8221;, já que muita das vezes nosso trabalho lá não tinha muito a ver com a área de publicidade e também não tínhamos um publicitário no setor. Quando isso acontece, é normal a gente se desmotivar. Quando a gente entra, a gente quer colocar a mão na massa, fazer acontecer e nem sempre é assim.</p>
<p>Mas por que virar uma pessoa &#8220;relaxada&#8221; só por que não está pondo em prática o que está sendo visto na universidade. Espere aí, quem disse que não está sendo praticado o que se vê na universidade? <strong>Aprender a lidar com pessoas, fazer contatos, conhecer um pouco de tudo, saber como funciona um setor, quais seus problemas, não é aprender? Então mais uma dica: por mais que você não esteja na sua área efetivamente, observe, aprenda e absorva o máximo de coisas que você puder e estiver ao seu alcance. Talvez você aprenda coisas que incialmente você pense: &#8220;por que eu tô aprendendo isso peloamordeDeuss&#8221; mas que um dia talvez você precise delas. E outra, adquirir conhecimento nunca é demais, portanto você só tem a ganhar.</strong> Se um dia sua agência tiver a conta de um banco, eu tenho certeza que o seu trabalho fluirá muito mais fácil do que seria já que você já conhece como as coisas funcionam em um.</p>
<p>Outra coisa que eu queria falar também, partindo para o lado mais &#8220;motivacional&#8221; da coisa, é: pare de rodear a mesma montanha sempre. Chega de pensar que aquele estágio/emprego é demais pra você, que só os super inteligentes conseguem, que você vai ter que se trancar num quarto durante meeeeses se preparando para conseguir uma mísera entrevista naquele lugar ou que só entra por &#8220;peixada&#8221; (parentes). SONHE. Nunca se acomode. &#8220;Ahh, mas aqui é bom. Meu salário é tão bom. Dá pra pegar as contas e sobra ainda uns R$ 50 pra gastar no fim do mês. Tá bom, pra que mais? Eu me contento com isso&#8221;. Quem disse que você tem que se conformar com o que tem? Seja ambicioso. Mas não aquele ambicioso que pisa nas pessoas para conseguir o que quer, mas sim, aquele ambicioso que projeta o seu futuro e anseia sempre por mais.</p>
<p>Outra coisa que eu detesto é ouvir &#8220;vou criar aqui um panfletinho. Um folderzinho. Uma revistinha&#8221; Rapaz. Dê valor ao seu trabalho, a não ser que você realmente esteja criando um panfletinho né? Na <em>mávontademesmo!</em>. Por que fazer algo ruim se você pode fazer o seu melhor? E fazendo o seu melhor você sabe que tanto o cliente quanto o seu chefe serão agradados, então não há motivos para não fazer.</p>
<p>É isso (por enquanto). Consegui escrever tudo aquilo que eu tinha em mente sobre o mercado e o que eu acho que seja importante pra nós, estudantes, que estamos apenas começando.  O negócio é prosseguir para o alvo. SEMPRE. Não dar ouvidos, não se conformar e ser feliz <img src='http://influxo.org/prontofalei/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><em>&lt;varejão&gt; E para você que ainda não leu essa incrível discussão sobre o mercado aracajuano &lt;/varejão&gt;  aqui estão os links para a <a href="http://influxo.org/prontofalei/2008/o-mercado-publicitario-em-aracaju-parte-i/">Parte I</a> e <a href="http://influxo.org/prontofalei/2008/o-mercado-publicitario-parte-ii/">Parte II</a>. </em>
<p>__________</p>
<p>Não vá esquecer de comentar esse post.</p></p>
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		<title>Do casulo à borboleta - A evolução do mercado</title>
		<link>http://influxo.org/prontofalei/2008/do-casulo-a-borboleta-a-evolucao-do-mercado/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 May 2008 13:11:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galileu</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<category><![CDATA[documentário]]></category>

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		<description><![CDATA[Título meio filosófico, não? Eu acho que esse blog está se tornando um blog-de-discussão-do-mercado-publicitário, já que os últimos 3 posts foram sobre este assunto. Mas é aquela coisa, eu acho que uma série de posts sobre um determinado assunto não pode ser quebrada por um post com outro totalmente diferente.
&#8220;Do casulo à borboleta&#8221; é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Título meio filosófico, não? Eu acho que esse blog está se tornando um blog-de-discussão-do-mercado-publicitário, já que os últimos 3 posts foram sobre este assunto. Mas é aquela coisa, eu acho que uma série de posts sobre um determinado assunto não pode ser quebrada por um post com outro totalmente diferente.</p>
<p>&#8220;Do casulo à borboleta&#8221; é um documentário que foi produzido pelos estudantes do terceiro período (não, não é trabalho de conclusão de curso) de Publicidade e Propaganda da tarde, que teve como objetivo relatar a evolução da publicidade sergipana. Um documentário NADA pertinente ao que venho discutindo né? O mais interessante sobre este projeto é que inicialmente ele era um trabalho acadêmico da disciplina &#8220;Linguagem da propaganda&#8221; onde tinhamos que entrevistar um profissonal de uma agência de publicidade e fazer um relatório para entregar ao professor. SIm, relatório. Nas normas da ABNT, tudo bonitinho impresso. Mas como bons estudantes de publicidade, esses alunos resolveram ir além e entrevistaram não somente um profissional de uma agência. Entrevistaram uma média de 40 AGÊNCIAS aqui. QUARENTA AGÊNCIAS.</p>
<p>Vocês devem imaginar o pouco trabalho que deu pra fazer né, já que todos eles possuiam ilhas de edição disponíveis, super verba e o bom humor de todos os entrevistados. Ah, fora o tempo para estudar, que era o que mais se tinha né? Enfim, esses alunos batalharam por algo que eles acreditavam. E não, eles não fizeram esse trabalho por que valia 4,0 pontos extras não, eles fizeram por que queriam algo diferente e não se satisfaziam com somente um relatório impresso.</p>
<p>Quero nesse post parabenizar à todos que participaram desse projeto incrível e por incrível que pareça, eles não leram os posts do prontofalei sobre o mercado publicitário em aracaju para depois produzirem esse documentário. Eles fazem parte dos <em>xis porcentos </em>de alunos que QUEREM alguma coisa e <span style="text-decoration: line-through;">não ficaram no msn o dia todo</span> correram atrás, indepente das dificuldades e barreiras impostas durante todo o processo.</p>
<p>O trailer do documentário está disponívels no youtube e será lançado dia 04 de Junho no ENSECOM - Encontro Sergipano de Comunicação.</p>
<p><strong>Ficha Técnica:<br />
</strong><span><strong>Produção, filmagem, edição e afins por:</strong> Danilo Aguiar, Déborah Costa, Gustavo Machado, Kamilla Alvarenga, Matheus Menezes (Mangaba) e Rafaella Ferrari.</span></p>
<p><strong>Orientação:</strong> Jaciara Castro.</p>
<p><strong>Identidade Visual</strong>: Samille Justo e André Chaves.</p>
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<p>__________</p>
<p>Não vá esquecer de comentar esse post.</p></p>
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		<title>O mercado publicitário em Aracaju - Parte II</title>
		<link>http://influxo.org/prontofalei/2008/o-mercado-publicitario-parte-ii/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 May 2008 17:44:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galileu</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Seguindo a série de posts sobre o mercado publicitário em Aracaju, hoje vamos debater mais alguns pontos que eu acho que precisam ser expostos para que a discussão se torne ainda mais proveitosa.
Como eu havia falado no post anterior, é necessário escolher bem a área que você tem mais aptidão/vocação para atuar no início da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://influxo.org/prontofalei/2008/o-mercado-publicitario-em-aracaju-parte-i/">Seguindo a série de posts</a> sobre o mercado publicitário em Aracaju, hoje vamos debater mais alguns pontos que eu acho que precisam ser expostos para que a discussão se torne ainda mais proveitosa.</p>
<p>Como eu havia falado no post anterior, é necessário escolher bem a área que você tem mais aptidão/vocação para atuar no início da carreira para que não haja uma &#8220;queimação&#8221; tão cedo no mercado. Por que eu foco tanto nisso? Por Aracaju possuir um mercado em crescimento onde todos os profissionais meio que &#8220;se conhecem&#8221;, tendo um lado bom e um ruim. O lado bom é: se você se destaca na universidade como um bom aluno, por exemplo, responsável e comprometido com seu desempenho possivelmente você será contratado em breve por uma agência, já que 90% dos professores que temos são donos de agências, ou por algum veículo de comunicação.<strong> Então o segundo passo para entrar bem no mercado é estudando e se destacando na universidade. Não só com altas notas, mas em demonstração de esforço, interesse em aprender, em ouvir e todas as outras coisas que vocês já sabem. Ah, detalhe: Networking é imprescindível. Cole nos professores que você vai se dar bem.</strong></p>
<p>Depois de ter escolhido a área que você quer ingressar é hora de correr atrás (se você realmente quiser trabalhar né?). Mas antes de sair correndo feito um louco por Aracaju atrás de emprego, deixando currículos adoidado, atente para alguns fatores. Exemplo: Quero trabalhar na área de Mídia. Certo. O que é um plano de mídia mesmo? Não sabe? Jogue no Google, pesquise, corra atrás de saber qual a função de um mídia na agência, quais são os tipos de arquivos que ele irá lidar, com quais situações entra o mídia, quem são as pessoas de mídia &#8220;famosas&#8221; na cidade. Tudo isso foram exemplos, mas vocês já entenderam: Colha o máximo de informações sobre a área que você quer exercer. Leia blogs sobre o assunto, livros, invista em palestras e N outros blá blá blas que eu vou ficar escrevendo aqui, e que todo mundo já está cansado de saber.</p>
<p>Mas em ARACAJU isso não existe. As pessoas querem entrar no mercado para aprender tudo isso dentro do ambiente de trabalho, onde mais uma vez, o mercado exige que você entre já sabendo de tudo isso. Vamos destacar também um ponto neste parágrafo: você é estudante e com certeza ainda não conhece na prática a função, não vai advinhar o que aquela função pede e o que é necessário para trabalhar. Não estou dizendo para você que você só pode entrar no mercado sendo o BAM BAM BAM não. O que eu falei até aqui é que você pesquise o máximo que você puder sobre o que se pretende fazer, para também não chegar na cara e na coragem e SE JOGUE. Absorva ao máximo tudo o que diz respeito a sua profissão e OUTRAS também. Observe o atendimento, veja como ele age em determinadas situações, veja como o mídia lida com os parceiros, com os veículos e etc. <strong>Tudo isso livro nenhum explica, portanto é uma das coisas que você só aprende trabalhando.<br />
</strong></p>
<p>Na área de direção de arte mesmo, eu entrei sabendo intermediariamente Photoshop e tratamento de imagem, Corel Draw e o basicão do Illustrator. Procurei fazer curso, fuçar, ler tutoriais na internet, brincar com imagens, mas aquelas dicas de fechamento de arquivo, tratamento de imagem nos canais alpha e etc, eu só aprendi mesmo no ambiente de trabalho, na rotina mesmo. Outra coisa: NÃO TENHA MEDO DE PERGUNTAR. &#8220;Ainnnn, como fecha o arquivo hein?? Será que tem algum manual? E agora? Ahh não sei não. Vou deixar aí e falar com alguém para fechar por mim. &lt; /transferindo responsabilidades&gt; Definitivamente, pergunte, mas pergunte MESMO. Chegue pro diretor de arte que é seu vizinho, exponha sua dificuldade e peça ajuda. Mais uma vez eu digo, você não sabe de tudo. Pelo menos comigo todo mundo sempre me ajudou, mas como lidamos com uma profissão que mexe com o ego das pessoas e no mercado é um pra derrubar o outro, não espere que todo mundo vai te ajudar. Mas também não é pra você ficar feito um louco com a neura de que todo mundo que é diretor de arte é seu concorrente e que você tem que derrubar ele também. Eu creio em uma filosofia onde &#8220;o que é seu, é seu e ninguem tira.&#8221; CONTANTO que você a cada dia tente se superar, não fique <span style="text-decoration: line-through;">com a bunda sentada na cadeira</span> com a cara emburrada dizendo &#8220;eu sei fazer isso e pronto. Meu salário aqui é bom e tá massa, não faço nada além. Quem gostar que goste&#8221;</p>
<p>Essa foi a parte II da série &#8220;O mercado publicitário em Aracaju&#8221;. Em breve postarei a parte III e final(?) desta saga memorável.
<p>__________</p>
<p>Não vá esquecer de comentar esse post.</p></p>
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		<title>O mercado publicitário em Aracaju - Parte I</title>
		<link>http://influxo.org/prontofalei/2008/o-mercado-publicitario-em-aracaju-parte-i/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 May 2008 02:18:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galileu</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>

		<category><![CDATA[Aracaju]]></category>

		<category><![CDATA[Áreas]]></category>

		<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixa eu escrever logo o disclaimer desse post: Todo e qualquer texto escrito nesse, e nos próximos posts, são baseados na minha opinião e no meu repertório/percepeção de mercado local. Cada um tem seu ponto de vista e eu respeito, portanto respeitem o meu também né?  
Quando se fala de mercado sempre existe polêmica. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deixa eu escrever logo o <em>disclaimer</em> desse post: Todo e qualquer texto escrito nesse, e nos próximos posts, são baseados na minha opinião e no meu repertório/percepeção de mercado local. Cada um tem seu ponto de vista e eu respeito, portanto respeitem o meu também né? <img src='http://influxo.org/prontofalei/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Quando se fala de mercado sempre existe polêmica. Uns dizem que existem vagas sobrando, outros dizem que o mercado já está saturado e pronto, vá para outro estado. Essas opiniões são baseadas no contexto em que cada emissor está inserido (universitário/estagiário/preguiçóide/vagal) e muitas das vezes não reflete o que realmente acontece.</p>
<p>A situação que temos atualmente em Aracaju é: Existem vagas SOBRANDO para bons profissionais (mão de obra qualificada). Esta frase &#8220;existem vagas sobrando&#8221; é massivamente dita em N palestras que temos na área de comunicação/agência de publicidade. Só para vocês terem uma idéia, esse Sábado passado (10/05) eu estava numa &#8220;Maratona Publicitária&#8221; organizada por minha universidade, onde o foco do evento era discutir sobre a evolução do mercado, profissões que são esquecidas pelos estudantes, área de Mídia e outras, e em todas essas sempre ouvíamos &#8220;Gente, existem vagas sobrando para pessoas qualificadas&#8221;.</p>
<p>Lancei essa pergunta na criação da agência (para fazer uma pesquisa antes de escrever): <strong>&#8220;Por que os novos estudantes de Publicidade escutam tanto que há vagas, mas não fazem nada por elas?&#8221;</strong> É algo que eu não consigo aceitar de certa forma. Por exemplo: existem tantas pessoas que chegam às 18h e saem 22h e tá ótimo. Acordam meio dia, comem e ficam no MSN até dar a hora de ir na faculdade. Isso TODO SANTO DIA. Não procura fazer um curso, ler livros sobre as áreas, correr atrás de estágio. The <em>big question</em> é que chega um dia em que essas pessoas se cansam, se cansam de ficarem paradas e de serem sustentadas pelo dinheiro dos pais e resolvem ir trabalhar. Só que nesse momento, ela já é quinto ou sexto semestre. E aí? Como que fica? O mercado não tem mais tempo de treinar uma pessoa para desempenhar uma função e nem de disponibilizar um profissional para acompanhar o seu andamento na execução das tarefas, ou seja, o tempo passado foi &#8220;perdido&#8221;?</p>
<p>Existem N fatores que também precisam ser levados em conta, como por exemplo: <strong>vocação.</strong> Vamos exemplificar: existem alunos que entram na faculdade de Publicidade e são APAIXONADOS por Direção de Arte e que decidem que essa é A área para ele <em>forevah</em>. Chama um outro amigo que gosta da área de Redação e os dois decidem montar um fantasma. O fantasma tem como cores rosa choque, verde cana, amarelo ovo e azul ciano. A redação do texto tem erros de concordância ou faltam acentos. Já devem imaginar como deve ter ficado lindo né? Mas essa pessoa não desiste e continua montando suas belas criações, monta uma pasta e manda para uma agência. Obviamente a agência não gosta do material e dispensa aquela pasta, e isso começa a ser frequente na vida desta pessoa mas ela não consegue entender o por que disso, até que um dia alguém chega e fala. As pessoas precisam analisar a área que está sendo escolhida para um início de carreira, para evitar esta situação.</p>
<p>Não estou dizendo que é para você nem tentar e ficar na sua, ou só tentar entrar no mercado com uma área certa. <strong>NÃO É ISSO</strong>. <strong>O primeiro passo para entrar no mercado é ter percepção se realmente aquela é uma área que você pode desempenhar bem no seu início de carreira.</strong> Eu analiso isso por mim, trabalho como diretor de arte e sei que é necessário ter bom gosto, muitas referências, ser uma pessoa que goste de fato do que faz e etc, mas ao mesmo tempo eu gosto da área de atendimento, que é uma área que exige boa comunicação, dinamismo, muito networking e um vasto conhecimento da área. Eu sei que se eu não tivesse um desses ítens essenciais para trabalhar numa dessas áreas, pra que eu iria me meter? Eu falo isso por que eu sei que eu desempenharia a função de uma forma horrenda e iria acabar me &#8220;queimando&#8221; no mercado, ainda mais por ser terceiro semestre.</p>
<p>Essa foi a parte I do post. No meio da semana vou escrevendo as outras partes, já que eu tenho tantos pontos de discussão, que se eu fosse debater em um post só&#8230; ihhh, já viu.
<p>__________</p>
<p>Não vá esquecer de comentar esse post.</p></p>
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