Gosta de tipografia? Senta e baba!
Tipos Latinos 2008 – São Paulo – 9 e 10 de junho
Compilação com imagens do Workshop de Caligrafia Gótica e Inglesa de Gabriel Martinez Meave
Senta e baba!
Tipos Latinos 2008 – São Paulo – 9 e 10 de junho
Compilação com imagens do Workshop de Caligrafia Gótica e Inglesa de Gabriel Martinez Meave
Senta e baba!
Há tempos eu venho me incomodando com esse comercial da Mapfre que vem sendo veiculado em canais de tv fechada. Pra mim tá muito bem representado que foi uma cópia da Claro. Tudo bem que a idéia não é tão nova assim, mas custava trocar as “bolinhas” por quadradinhos e mudar pelo menos a cor?
Claro (Ela veiculou primeiro. Pelo menos no Brasil
Mapfre Seguros
Ambos os VT’s estão em Espanhol, porém a Mapfre traduziu para português para poder veicular aqui e a Claro produziu uma “versão brasileira” com a cobertura no país.
E aí, cópia? Referências demais? Coincidência?
Um dia eu conversava com o diretor de criação, acho que foi logo quando entrei na agência, e ele me falava sobre referências. Filmes, música, arte e moda. Tudo isso é referência para a gente poder usar em algum trabalho, seja ele na direção de arte ou na redação. Até mesmo materiais impressos feitos por outros diretores de arte, servem como referência para você. Pode ser referência em relação a tamanho, formato, gramatura do papel, conceito utilizado, fontes usadas.
Existe uma diferença entre: referência x cópia. Uma coisa é você pegar um material feito por alguém, gostar da diagramação utilizada e resolver utilizá-la como referência no seu job. Outra coisa é você ver esse material e utilizar as mesmas fontes e cores, a mesma letra “estilizada” no início da frase, o mesmo efeito. Enfim. Você entendeu. A mesma coisa vale para a redação.
Alguns dizem que na publicidade nada é efetivamente novo. Não tenho tanta certeza disso. Um dia eu lia no Verde Velma, sobre a referência que o diretor de arte usou para a criação da nova campanha de calcinhas pra Hope, a Hope Space. Ele utilizou uma cena do filme Barbarella, onde ela faz um strip tease “espacial” com um capacete de vidro.
Ter referências faz com que a peça que está sendo criada seja mais “original”, garantindo que nenhuma outra pessoa também vai fazer uma igual ou parecida, afinal a chance de alguém ter usado a mesma referência que você é bem remota.
O que eu acho chato na Publicidade é quando fazem uma peça aqui no Brasil, e aí aparecem pessoas dizendo que foi “chupada” de uma outra peça veículada no Afeganistão. Como que o diretor de arte iria saber, ou ao menos desconfiar, de que já existia uma peça que seguia o mesmo conceito que ele, e que a peça dele lembrava essa outra? É complicado.
Lógico que em casos com esse abaixo, realmente é chupada. Mesmos elementos, mesmo estilo de filmagem, mesmo conceito.
Agora quando uma peça lembra um pouquinho (láaaa longe) uma outra, não creio que seja chupada não.

Sabemos que Steve Jobs, em seu último Keynote na WWDC’08, declarou que o novo iPhone 3G custaria US$199 e que esse seria seu preço máximo em todos os paises que ele seria lançado. Tá, tudo lindo. Beleza Steve! O Brasil é um pais que possui N impostos pra tudo, principalmente quando falamos em importação. 60% de imposto para importação, 17% de ICMS à depender do estado, entre outros.
No início todo mundo já pensou “Tá tio Stive, BELEZA (Y) que o iPhone custará entre R$400 a R$500 aqui no Brasil. Aproveita e pede um pônei e uma viagem para a ilhas Caymã” já que todo mundo que mora aqui sabe desse monte de imposto, e sabe também que o aparelho nunca chegaria ao país nesse valor. Até sairem algumas notícias de que as operadoras iriam subsidiar os impostos, fazendo com que o iPhone chegasse aqui ao preço que tio Stive queria em todos os países. Agora as coisas já começam a melhorar um pouco. Mas eu ainda não consigo crer que ele chegará tão barato ao Brasil.
Por que eu não creio?
Lembram quando o Wii foi lançado e virou a febre do momento, onde estoques da Wal-Mart, Toys’r Us, Amazon e afins acabavam em 5 minutos? Os primeiros Wii’s que chegaram no Brasil e que foram vendidos no Mercado Livre custavam R$1700. Eu disse milesetecentos! O Nintendo Wii custa US$250, ou seja, fazendo a conversão no dólar turismo de hoje (R$1,75) ele custaria R$435 JÁ COM OS LUCROS das revendedoras. O preço no Brasil é um tanto alto, não acham?
Hoje ainda encontramos Wii’s no Mercado Livre por R$800 até R$1.000, e em lojas “oficiais” o valor sobe para R$ 2.000. Tudo bem. São situações diferentes. iPhone poderá ser subsidiado e etc, mas se realmente existir esse subsídio, eu tenho minhas dúvidas que ele chegue tão barato aqui. A grande questão dessa comparação é que um simples video-game da Nintendo que custava US$ 250 chegou aqui com preços exorbitantes, mesmo sendo um vídeo game desejado e aguardado, ele não era um iPhone, da famigerada Apple, onde sua marca registrada é: status e exclusividade, independentemente se o usuário irá utilizar as funções do celular. Ter um iPhone é no mínimo cool, e esse fato faz com que o preço seja mais caro. Por que comprar um iPod Nano 4GB que custa R$ 500, se um MP9 de com 892490384 funções custa R$220?
Um outro fator que eu acho interessante: Teremos iPhones sendo vendidos nas… CASAS BAHIA? Ricardo Eletro? <varejo> Em 12 incríveis parcelas sem juros no carnê especialmente feito para você. Somente NESTE fim de semana. </varejo> Será mesmo? Tudo bem que Steve quer popularizar ao máximo o iPhone, mas será este o rumo que o iPhone 3G tomará aqui no Brasil? Por que, pelo que eu to analisando, é esse mesmo.
Vamos aguardar. Eu quero crer que o iPhone chegue aqui por R$400. Enquanto isso continuo com meu velho e bom K550i da Sony Ericsson.
[UPDATE] = A Apple liberou o preço do iPhone sem contrato com a operadora. O iPhone de 8gb sairá por US$600 (no Brasil será 500 reais né?
)
Como eu havia falado no about, resolvi começar a postar algumas peças para montar uma espécie de portfolio online. O engraçado é que aqui em Aracaju a maioria dos diretores de arte tem um blog no blogspot só para a postagem de peças, e não de textos.
Em breve postarei as peças somente na página “Portfolio” que vai ficar ao lado de “O autor” (alí em cima). Postei nesta página só para informar aos leitores dessa novidade.
A seção portfolio está temporariamente desativada, já que não consegui parar para adicionar as peças que eu queria, bonitinhas e com boa resolução de visualização. Final do ano irei fazer isso
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Redação: Antonio Paulo
Direção de Arte: Galileu Nogueira