quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
The Never-Ending Battle Against Cliché
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Não vejo graça alguma nas pessoas que combatem o senso comum puramente por ser senso comum. Não só não vejo graça alguma como acho-as feias, bobas e chatas, mais uma prova de minha maturidade extrema. Não gostar de clichês só porque são clichês é preconceito tolo. É como não gostar de Paulo Coelho sem nunca ter lido (apesar de, nesse caso, é melhor ficar sem ler mesmo).
Clichês são em sua maioria chatos? Ok. Mas as pessoas são em sua maioria bestas e irritantes, e ainda assim há aí fora gente muito legal e divertida (veja eu, por exemplo *cof*). Tomar banho de chuva é uma clichê, não? Mas eu adoro. Comer bolo de chocolate é senso comum, né? Não vivo sem. Tomar banho diariamente é coisa que todo mundo faz e nem por isso deixo de fazer, só às vezes. Fazer sexo é a mãe de todos os clichês e, espero, ninguém vai parar só por causa disso. Aliás, se alguém está aberto a uma conversa mais íntima…
Melhor seria selecionar as idéias pela sua qualidade, não novidade. Acho que todo mundo gostaria de *cof* conversar *cof* com a Angelina Jolie e nem por isso vou dizer que nem queria, fazendo docinho só pra ser do contra, concorda?
Entendo a necessidade de uns de sempre serem diferentes, mas, convenhamos, há rotinas e clichês bons aí na praça. São poucos, mas vamos sacrificá-los por causa de seus irmãos de caráter duvidoso? A novidade pela novidade é tão fútil, não acha?

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