domingo, 20 de setembro de 2009

Só Pode Ser Brincadeira da Superinteressante

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Olha, só o lindo comentário de uma leitora, publicado na Superinteressante de setembro desse ano, sobre a matéria “Os Verdadeiros Donos do Mundo”, que trata dos vírus e bactérias que nos cercam:

vegetarianos superinteressante2

“Se as mutações virais e bacterianas ocorrem nos animais que consumimos, então basta todo mundo virar vegetariano para que essas mutações diminuam. Opa! Solução rápida, fácil e barata!”

Mas é claro, como eu não pensei nisso antes? Basta pararmos de comer animais e todos os derivados alimentícios deles, MATAR TODOS OS REBANHOS DE UMA VEZ e pronto! Sem mais mutações virais e bacterianas! Rápido, fácil e barato! Aliás, por que não matamos logo todos os outros animais, domésticos e selvagens, só pro caso das mutações acontecerem neles também?

Cara, esses vegetarianos realmente sabem como evitar o sofrimento dos animais! É um altruísmo que me inspira!

13 comentários. Viva!

Sobre comentários antigos: durante a migração do Ingenuidade para a rede Influxo.org, comentários anteriores a 2008 acabaram se perdendo. Estamos trabalhando para recuperar todos.

  • olha o nome da pessoa!!

  • Olha, não fosse o comentário inteligente, eu acharia que essa Débora mentiu em relação ao seu endereço…ps: Já falaram pra ela como uma picanha mal passada é uma delícia?

  • Na verdade, seu Hugo, você está desviando a atenção do foco principal: o que fazia você, com uma Superinteressante na mão, para descobrir isso? Procurando fontes confiáveis para nosso tutorial?

  • Engraçado, não vi falar em lugar nenhum
    sobre matar os animais como um genocídio (talvez os que já nasceram com
    o propósito de morrer vão acabar morrendo mesmo). Só tá falando da
    convivência direta com eles e, sinceramente, a Débora tem razão no
    ponto de vista dela. Só não é um preço que as pessoas se disporiam a
    pagar pra reduzir essas doenças. Acho leseira fazer piada com isso. É
    coisa de quem quer desmerecer os vegetarianos a qualquer custo, sempre distorcendo o que eles falam e como pensam. Não
    entendo o pq dessa perseguição.

  • Hugo Brisolla escreveu:
    24 de setembro de 2009 às 17:43

    Júlio, dizer que a Débora tem razão não é um argumento. Não me convence de que parar de comer animais vai acabar com a gripe suína. Afinal, ainda vão existir os animais selvagens, os domésticos e por aí vai. E não é “rápido, fácil e barato”. O ponto do post era mostrar como é um raciocínio irreal. E eu não persigo vegetarianos, eu persigo hambúrgueres mesmo. 

  • Achei que tinha me feito entender, mas se não eu explico:O ponto de vista dela aparentemente é parar de domesticar animais (isso inclui vacas, galinhas, cachorros, etc – pelo conceito da palavra qualuqer um desses é chamado doméstico).Pra mostrar que ela tem razão de fato seriam necessários muito mais argumentos, que ninguém quer ler ou discutir a respeito (por exemplo: o sistema digestivo do ser humano é mais parecido com o de animais herbívoros que carnívoros; animais de estimação trazem muitas doenças e alergias; etc etc). Se não houvesse convívio ou alimentação com esses animais muitas doenças não existiriam ou pelo menos seriam muito menos frequentes. Ser vegetariano realmente não resolveria o problema inteiro (tem a aids, por exemplo, que teoricamente veio dos macacos e não tem a ver com alimentação), mas pro caso específico da gripe suína, aviária, vaca louca, essas doenças não afetariam a gente caso todo mundo fosse vegetariano e esses animais não estivessem em contato direto com as pessoas. A única coisa que eu acho que realmente ela não tem razão de forma alguma é dizer que seria uma solução fácil. Mas barata e rápida, se td mundo virasse vegetariano duma vez só, isso seria mesmo. Você fala em MATAR todos os animais, e isso não ficou sequer subentendido nas palavras da moça da tal Débora.O que não faltam por aí são pessoas se referindo a vegetarianos pejorativamente especialmente em blogs, como neste post, e acho que deu pra entender oq eu quis dizer com “perseguição”.

  • Hugo Brisolla escreveu:
    25 de setembro de 2009 às 22:30

    Vamos dizer que todo mundo fique vegetariano. Não vamos matar todos os animais? OK. Liberte eles, então, né. Isso não diminuiria as mutações, como a Débora diz, afinal todos os animais estariam por aí, ainda expostos. Só matando tudo pra diminuir as mutações, é isso? E, se não matar,  como fazer pra que esses animais não fiquem “em contato direto com as pessoas”? Como impedir que qualquer mutação de vírus ou bactéria que ocorra neles não atinja o ser humano, afinal bactérias e vírus ficam em superfícies e alguns até voam? Isolando totalmente os animais em áreas de proteção com cercas imensas, que absolutamente ninguém poderia transpor (nem mesmo os vírus e bactérias)? Cortando as asas dos pássaros? Pra mim, isso não é solução rápida, fácil e barata. Aliás, nem é solução. 

  • Suponha os animais que as pessoas comem. Não precisa virar vegetariano tipo AGORA. Mas podem simplesmente terminar de comer oq tem e não criar outros. Essa parte dos animais já não vai mais estar em contato com a gente. Os outros animais continuam nas florestas como sempre estiveram, com as mutações deles não tão perto da gente.  Quando terminarem de destruir as florestas, provavelmente (infelizmente) a maior parte desses animais vai acabar morrendo também. Enquanto isso não acontecer eles não vão ficar em contato direto com as pessoas. Acho que vc está complicando uma coisa que pra mim parece ser extremamente simples. Seguindo esse meu raciocínio, ainda iam ter mutações e doenças, mas elas não estariam tão próximas das pessoas assim. Alguns animais talvez até precisassem ser exterminados (pelo menos das àreas urbanas), como ratos, baratas, talvez pombos. O resto não teria razão. Não que seja fácil matar os animais diretamente nocivos aos humanos, nem queria entrar nesse mérito pq não é esse o sentido da discussão. Mas afastar os outros que servem como alimento faria alguma diferença sim. A gripe suína com certeza não teria existido (tá, existido talvez, mas não teria afetado os seres humanos), por exemplo. Doença da vaca louca idem. Isso não ia acabar com todos os males da humanidade mas ia, sim, evitar muitas mortes por essas e outras doenças.

  • Eu nunca comento em nome da amizade. Mas…Vai cagar, Hugo.  Pára de falar sobre os vegetarianos aqui.E sobre o outro post, vim aqui compartilhar minha experiência natural: comecei a comer arroz integral. Isso é ser natural? É, não é? Bem, que seja, eu fiquei super orgulhosa de mim mesma porque achei que estivesse fazendo bem ao meu organismo. Cê sabe, a falta de carne faz com que eu faça essas coisas. Tô me sentindo uma dessas pessoas agora, Hugo. Naturais, felizes com a natureza.Er, not. Mesmo porque, subir cachoeiras (quem sobe cachoeiras afinal?) e entrar em matos (hum) tá longe da minha zona de conforto.Mas arroz integral é bom, Hugo. Você devia experimentar. Achei muito sua cara. y/n(mesmo que à princípio minha mãe tenha dito que tinha gosto de comida de lôro. assim, eis a dúvida agora, como é o gosto de comida de lôro? da onde ela sabe isso? lôro se escreve assim?)

  • Que caralho, esse negócio não dá espaço, não?

  • Hugo Brisolla escreveu:
    30 de setembro de 2009 às 7:12

    Bom, já cansei do assunto do vegetarianismo, então vamos continuar com nossas vidas. E, tainah, arroz integral é sim natural, assim como PICANHA. Esse era meu ponto. Agora deixa eu ver se consigo fazer isso dar espaço. 

  • pq vc num se mata então?
    hsauisahu

  • tah, eu naum sou a debora supracitada mas…tah, tb sou vegetariana quase vegan e sim, com muito orgulho subo em cachoeiras e entro em matos mas isso naum vem ao casohugaum, quer parar de falar dos vegetarianos??? uahauahuahuahaunaum hugaum, fale sim pessoa, vc eh meu amigo e eu dexohuahauhauahuahaueh taum engraçado as pessoas levarem a serio as abobrinhas (naum se ofenda) ditas aqui huahauahuahuahahauhauah

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