terça-feira, 17 de abril de 2007
Rio de Janeiro, 22 de Setembro de 2004
Minha Cara Justine,
Finalmente te escrevo essa carta. O papel e a caneta amargaram dias na escrivaninha antes que eu tivesse sequer coragem de me lembrar de ti. Mas você me conhece, Justine, adoro um papel em branco. Quero logo preenchê-lo, ocupá-lo, dar-lhe um propósito de ser. Sou assim desde a infância, imaginativo. Não foi por [...]
